Sabia que...
E porque se avizinha um casamento de arromba, resolvi escrever sobre algumas das muitas superstições associadas ao casamento, até porque este Blog também é informativo e em termos de Bubble savoir faire pouca gente está à nossa altura... Certo?
Sabia que os anéis de noivado devem ter um diamante? Os diamantes são as
pedras de Vénus, a deusa do amor. Associados à beleza, o seu brilho evoca a chama da paixão, a tal que deve estar sempre acesa.
pedras de Vénus, a deusa do amor. Associados à beleza, o seu brilho evoca a chama da paixão, a tal que deve estar sempre acesa. Aliás os anéis das Bolhas outrora Noivas ou têm N diamantes ou então têm um Diamante com Gerês de quilates... O da nossa Star por exemplo tem 11 diamantes, porque os noivos se conhecem há 11 anos. Romântico... Que se saiba, o primeiro anel de noivado com um diamante foi oferecido, em 1477, por Maximiliano da Áustria a Maria de Burgundy (antepassada Bolha).
Sabia que a aliança deve ser usada no dedo anelar da mão esquerda porque na altura dos egípcios acreditava-se que nele existia um vaso sanguíneo com a ligação mais directa ao coração?! A aliança é reconhecida no mundo inteiro como símbolo de união. A sua forma circular evoca a eternidade do amor e o ouro amarelo é sinal de sentimentos nobres.
Não há noiva sem um ramo de flores, já que estas simbolizam a vida, o crescimento, a fertilidade, e afastam os maus espíritos. É o noivo quem deve oferecer o bouquet, o qual dependerá do gosto de ambos. É hábito, no fim da cerimónia, a noiva lançar o ramo às raparigas solteiras, substituindo a antiga liga da noiva (credo, nós bolhas não atiramos a liga). Geralmente, encomendam-se dois ramos, guardando-se o original para o fim pretendido e lançando-se a réplica de costas para as amigas solteiras (a pobrezinha da minha réplica como era deliciosa foi comida
pelas formigas... Imaginem!) Aquela que o agarrar, será a próxima a casar-se.
pelas formigas... Imaginem!) Aquela que o agarrar, será a próxima a casar-se.O noivo não pode ver a noiva com o vestido antes da cerimónia do casamento, esta estranha tradição recua até um tempo primitivo, no qual ninguém podia ver a noiva antes de ela integrar o grupo das mulheres casadas. À cautela a partir da meia noite a noiva deve fechar-se em casa...
No ocidente o véu (uma referência à deusa Vesta que, na mitologia greco-romana, era a protectora do lar) deve ser branco, transparente e, em vez de tapar o rosto, ser preso ao cabelo com uma tiara ou uma grinalda de flores.
O vestido de noiva é branco porque simboliza a pureza e castidade. Mas as noivas já se vestiram de outras cores, entre elas o encarnado (simbolizava o sangue novo e a energia necessária para perpetuar a família). Só no século XIX, a realeza europeia adoptou o vestido branco em definitivo. A moda terá sido iniciada com o casamento, em 1840, da rainha Vitória de Inglaterra (Bubble queen) com o seu primo, o príncipe Alberto.
E porque vivemos em Macau e porque uma de nós tem sangue chinês, ficam a saber as noivas chinesas se vestem de encarnado porque, na China antiga, o vermelho significava o amor e a alegria.
Outra tradição é a noiva usar uma coisa velha, uma coisa nova, uma coisa emprestada e uma coisa azul. Ou para rimar em inglês: “Something old, some-thing new, something borrowed
and something blue.” O velho simboliza o passado e a continuidade; o novo significa optimismo, a esperança e a vida futura; o emprestado significa a felicidade que deverá ser partilhada por um casal já casado“ e o azul simboliza fidelidade, amor eterno e pureza.
and something blue.” O velho simboliza o passado e a continuidade; o novo significa optimismo, a esperança e a vida futura; o emprestado significa a felicidade que deverá ser partilhada por um casal já casado“ e o azul simboliza fidelidade, amor eterno e pureza. Para terminar este escrito que já vai longo (para evitar que a Verdadeira Bolha e alguns dos resistentes leitores achem um tédio) saiba que a origem da lua-de-mel reside na antiguidade, quando amigos e parentes desenhavam uma lua com mel na porta da casa dos noivos, para dar sorte.
Até logo!





